O escândalo envolvendo a filial brasileira da Kroll em crimes de espionagem privada caminha para um capítulo igualmente cabeludo.
Dossiê elaborado por um conceituado escritório de advocacia do Rio, para gentil oferecimento à polícia, revela que a agência de detetives andou espalhando grampos a serviço da Coca Cola, no bojo da disputa da multinacional com a Dolly.
A revelação pode ser cortina de fumaça para ocultar verdadeiros mandantes das escutas ilegais.