A hesitação do governo brasileiro, diante da expropriação de investimentos de US$ 1,5 bilhão da Petrobras na Bolívia, surpreendeu os que participaram da reunião de avaliação da crise, dia 2, no gabinete de Lula. Todos viram o presidente muito irritado com Evo Morales e o ouviram referir-se ao presidente da Bolívia com palavrões. Especialmente quando o assessor Marco Aurélio Garcia sugeriu que ele telefonasse a Morales.