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Manguinhos: desapropriação é apenas factóide

 
 
É uma enorme lorota publicitária, que não resistirá a ação na Justiça, a “desapropriação”, no Rio, dos 500 mil metros quadrados da refinaria de Manguinhos “para construir moradias”, como trombeteou o governador Sergio Cabral. A avaliação é de juristas. Brigar com empresários em nome de suposta “causa social” rende dividendos políticos, sobretudo em período eleitoral. A área é da União, por isso o governo estadual não pode torná-la “de utilidade pública para efeito de desapropriação”.