A persistência do ministro Fernando Haddad (Educação) garantiu o acordo pelo qual o “Sistema S” concederá gratuidade a dois terços das vagas de cursos profissionalizantes no Sesi, Senai, Sesc, Senac, etc, mantidos com dinheiro público e o imposto sindical. Não foi fácil. Armando Monteiro, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), liderou a resistência do setor mais atrasado do “Sistema S”.