Após o escândalo, houve diminuição no uso de cartões corporativos, mas um dos titulares, Paulo Pedrada, saltou de R$ 890 para R$ 35,2 mil.
Após o escândalo, houve diminuição no uso de cartões corporativos, mas um dos titulares, Paulo Pedrada, saltou de R$ 890 para R$ 35,2 mil.