Semana passada, a Petros resolveu, em causa própria, voltar a adotar o sistema de “remuneração variável” que já existe na Petrobras.
Com isso, cada diretor (o presidente Wagner Pinheiro, inclusive) embolsa em março uns R$ 200 mil. Nada mau.
Semana passada, a Petros resolveu, em causa própria, voltar a adotar o sistema de “remuneração variável” que já existe na Petrobras.
Com isso, cada diretor (o presidente Wagner Pinheiro, inclusive) embolsa em março uns R$ 200 mil. Nada mau.