Vários magistrados e servidores da Justiça, embora tenha sido forçados a celebrar o malsinado empréstimo compulsório para receberem seus salários, não tiveram sorte.
A burocracia e a ineficiência dos órgãos envolvidos obstaculam o depósito em suas contas. Aliás, nos contra-cheques não aparece “vencimentos” e sim “empréstimo”. Na Paraíba o servidor não ganha salários, mas empréstimos.