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Julgamento dos acusados de matar Renné Senna é adiado

Julgamento dos acusados de matar Renné Senna é adiado

Foi adiado para o dia 7 de outubro o julgamento de Anderson Silva de Sousa e de Ednei Gonçalves Pereira, acusados de matar o milionário da mega-sena, Renné Senna, e de Ronaldo Amaral de Oliveira, acusado de ser partícipe do crime. O julgamento seria realizado nesta quarta-feira no I Tribunal do Júri da Capital.

Foi adiado para o dia 7 de outubro o julgamento de Anderson Silva de Sousa e de Ednei Gonçalves Pereira, acusados de matar o milionário da mega-sena, Renné Senna, e de Ronaldo Amaral de Oliveira, acusado de ser partícipe do crime. O julgamento seria realizado nesta quarta-feira no I Tribunal do Júri da Capital.

A sessão chegou a ser instalada pela juíza Roberta dos Santos Braga Costa, da 2ª Vara de Rio Bonito, mas o advogado de Ednei, Julio Braga, pediu o adiamento do júri, alegando ter impetrado um habeas corpus, que ainda não foi julgado pelo TJ, para que uma prova fosse anexada aos autos.

O defensor público Jorge Costa, que defende Ronaldo, não se opôs à realização do julgamento, mas, de acordo com as novas regras do Código de Processo Penal, os partícipes não podem ser julgados antes dos executores. Ronaldo é acusado de emprestar a motocicleta que foi usada no assassinato e não pode ser julgado antes de Ednei e Anderson, acusados de serem os executores do crime.

O advogado de Anderson, Maurício Neville, não compareceu ao julgamento e não apresentou justificativa por escrito. A data do julgamento da viúva de Renné Senna, Adriana Ferreira de Almeida, de Janaína Oliveira e de Marco Antônio Vicente ainda não foi marcada, porque os três recorreram da sentença de pronúncia.

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