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Lei que entra em vigor na segunda deve tirar milhares de presos da cadeia

Lei que entra em vigor na segunda deve tirar milhares de presos da cadeia

Medidas para suspeitos vão de pulseira eletrônica a veto a viagens; nova regra deve reduzir custos para o Estado e lotação nas cadeias

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Nesta segunda-feira, entra em vigor a nova Lei das Cautelares, que permite ao
juiz aplicar, além de prisão ou liberdade, outras medidas a suspeitos de
crimes. Dependendo da decisão judicial, dezenas de milhares de pessoas que hoje
estão presas poderão ser liberadas e aguardar em liberdade o julgamento de seus
processos. Ao mesmo tempo, juízes poderão impor limites e obrigações para quem
não for preso e evitar prisões desnecessárias.    

A Lei
12.403 prevê que o juiz poderá determinar que o suspeito se apresente
periodicamente em juízo, permaneça em casa durante a noite ou em dias de folga,
proíba que ele frequente determinados lugares ou mantenha contato com certas
pessoas, suspenda o exercício de função pública ou a atividade econômica do
suspeito, determine a internação provisória ou o monitoramento eletrônico do
acusado.

[b][size= 12pt; font-family: “MyISAMl”,”sans-serif”]Superlotação.[/size][/b] A nova lei pode reduzir a superlotação
nos presídios. Dados de 2009 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen),
vinculado ao Ministério da Justiça, mostravam que a população dos presídios era
de 451 mil pessoas – 44% deles em prisão preventiva, justamente o alvo da lei.
Mutirões carcerários do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também revelaram que
muitas dessas prisões seriam desnecessárias e ilegais.

O custo
para o Estado também cairia. O governo estima que a prisão preventiva custa
para os cofres públicos R$ 1,8 mil. Pela nova lei, a medida mais cara é o
monitoramento eletrônico, com custo aproximado de R$ 600 por mês.

De acordo
com o CNJ, não há nenhum dado estatístico confiável que possa prever quantos
presos poderão agora aguardar em liberdade o julgamento. “Mesmo que essas
pessoas sejam liberadas é porque não precisavam de fato estar presas”,
afirma o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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