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Autorizada liberação de corpo de colombiana

Autorizada liberação de corpo de colombiana

O juiz Fernando de Castro Mesquita, da 3ª Vara da Fazenda Pública Municipal de Goiânia, autorizou a liberação do corpo da colombiana Maria Misley Ciro Bedoya, precedida pela expedição do registro de óbito, que deverá, segundo a sentença, ser lavrado por qualquer cartório de registro civil de pessoas naturais de Goiânia. A colombiana morreu em 24 de fevereiro, no Hospital de Doenças Tropicais (HDT), de falência múltipla de órgãos decorrente de malária.

O juiz Fernando de Castro Mesquita, da 3ª Vara da Fazenda Pública Municipal de Goiânia, autorizou a liberação do corpo da colombiana Maria Misley Ciro Bedoya, precedida pela expedição do registro de óbito, que deverá, segundo a sentença, ser lavrado por qualquer cartório de registro civil de pessoas naturais de Goiânia. A colombiana morreu em 24 de fevereiro, no Hospital de Doenças Tropicais (HDT), de falência múltipla de órgãos decorrente de malária.

Atendendo, ainda, a pedido do Ministério Público (MP), o juiz mandou o HDT fazer a coleta dos fios de cabelo e líquido do corpo dela, os quais deverão ser enviados ao Instituto de Criminalística que, de posse das digitais dela, elabore exame de DNA cujo laudo deverá ser encaminhado ao juízo no prazo de 30 dias. O corpo será encaminhado ao Crematório de Valparaíso e Fernando de Castro determinou que as cinzas deverão ser conservadas em local apropriado pelo prazo de 1 ano, “tempo suficiente para que o governo colombiano conclua as providências necessárias para seu traslado para aquele país, a fim de possibilitar a entrega aos familiares”.

Inicialmente, o pedido de alvará judicial para a liberação do cadáver foi feito pela agente administrativa Terezinha de Sousa Brito, que, embora não seja parente da colombiana, alegou ter sido movida por um sentimento de “solidariedade humana”, pois desejava proporcionar-lhe um “sepultamento digno”. De acordo com a Diretoria do HDT, Maria e o companheiro dela, Jhon Eduart, chegaram ao hospital no dia 9 de fevereiro, vítimas de malária. Desde a morte de Maria, a Assessoria para Assuntos Internacionais do Governo de Goiás tentou contatos com o Consulado da Colômbia, segundo informou o site oficial do governo, para averiguar a verdadeira história dos colombianos.

O casal contou ter saído da Colômbia fugindo das Forças Armadas Revolucionárias (Farc) que, segundo eles, já haviam matado um filho deles, de 9 anos. A Assessoria Internacional, no entanto, ao checar as informações com a família de Maria, verificou que este fato não é verdadeiro. Conforme divulgado na imprensa local, Jhon Eduart se recuperou e optou por deixar Goiás, rumo a Rondônia. O filho de dois anos, que estava com ambos em Goiânia, foi levado de volta à Colômbia por uma assistente social do governo goiano e será criado pelos avós maternos.

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