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Setenta por cento dos angolanos não têm acesso aos serviços de justiça

Setenta por cento dos angolanos não têm acesso aos serviços de justiça

Esta a decorrer desde ontem, quarta-feira, na segunda conferência nacional dos advogados, promovida pela Ordem dos Advogados de Angola (OAA), em agenda estão assuntos como a advocacia gratuita, assistência judiciária, a empresa em tribunal e a defensoria pública.

Esta a decorrer desde ontem, quarta-feira, na segunda conferência nacional dos advogados, promovida pela Ordem dos Advogados de Angola (OAA), em agenda estão assuntos como a advocacia gratuita, assistência judiciária, a empresa em tribunal e a defensoria pública. Mais de 70 por cento dos angolanos não têm acesso aos serviços de justiça no País.

Especialistas em Direito de Angola, São Tomé, Cabo Verde, Brasil e Portugal estão desde ontem (quarta-feira), em Luanda, a abordar, entre outros, aspectos ligados ao ensino do direito, acesso à justiça e a independência dos advogados, avançou hoje a TPA.

Em declarações à imprensa, no Palácio dos Congressos, o bastonário da Ordem, Inglês Pinto, referiu que serão ainda abordados, até hoje (quinta-feira), temas como a «Provedoria da Justiça e a responsabilidade social do advogado», «Vantagens e Práticas da Conciliação, Mediação e Arbitragem» e a «A justiça tradicional».

Segundo Inglês Pinto, actualmente a Ordem está preocupada com a relação entre a classe dos advogados e a sociedade, analisando, assim matérias ligadas à advocacia, justiça e direito, numa vertente do acesso do cidadão a estes serviços.

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