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Revogada prisão de policiais acusados de tortura

Revogada prisão de policiais acusados de tortura

O juiz José Carlos de Oliveira, da 2ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia, revogou a prisão preventiva dos 12 policiais militares do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) acusados de crime de tortura, usurpação de função e abuso de autoridade.

O juiz José Carlos de Oliveira, da 2ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia, revogou a prisão preventiva dos 12 policiais militares do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) acusados de crime de tortura, usurpação de função e abuso de autoridade. O magistrado argumentou que não persistem mais os motivos que ensejaram o decreto prisional. Referindo-se aos policiais, o juiz comentou que eles se mostraram dispostos a contribuir com as investigações.

Presos desde o dia 27 de setembro no Quartel do 8º Batalhão de Polícia Militar, os policiais alegaram que a prisão traz sérios prejuízos de ordem moral e financeira e para sua vida profissional. O juiz acatou ainda o argumento de que possuem endereço certo, residência fixa e ocupação lícita.

“Compulsando os autos, verifica-se que os requerentes, por ocasião da decretação de suas prisões preventivas, praticaram atos que, considerados isoladamente, macularam a imagem da corporação, sendo considerados como desvio de conduta funcional, mas que, ao se analisar os elementos trazidos aos autos, bem como pelos fundamentos expendidos pelos mesmos no presente pedido ressalta-se evidente que tal inconveniente parece ter exercido, de forma pronunciada, sobre os requerentes, claro efeito pedagógico”, diz a sentença.

O alvará de soltura foi expedido em favor de Arisvalney Silvério Silva, Eliel Ferreira Di Souza, Eriston Siqueira Silva, Eurípedes Rodrigues da Silva, Iris da Conceição de Castro, Ivan Bento Alves, Jodenil Domingos Pontes Júnior, José Milton Duarte, Luiz Antônio da Silva, Márcio Silva Freitas, Moisés da Conceição Faria e Silvon Balbino de Araújo.

 

A Justiça do Direito Online

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