A Associação de Administradores de Bingos do Estado do Rio de Janeiro (Aberj) se prepara para entrar com pedido na Justiça fluminense nesta segunda-feira para evitar novas apreensões de grandes quantidades de máquinas caça-níqueis nas casas de jogos do Estado.
Integrantes da Aberj querem que, em caso de apreensão nos estabelecimentos, seja recolhida apenas uma máquina de cada modelo para perícia. A associação informou que somente um estabelecimento, o Espaço Marquês, no Flamengo, na zona Sul do Rio, continua lacrado e não poderá funcionar por enquanto. Já a maioria das outras 17 casas de bingo que tiveram suas máquinas recolhidas no sábado pela Polícia Federal (PF) funciona desde ontem. No entanto, apenas os salões de bingo com cartela operam normalmente.
A operação Ouro de Tolo, da PF, recolheu 4,8 mil máquinas todo o Estado.