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Bancos BMG e Rural doaram R$ 3,3 milhões nas eleições municipais

Bancos BMG e Rural doaram R$ 3,3 milhões nas eleições municipais

Os bancos Rural e BMG, envolvidos no escândalo do mensalão, doaram juntos R$ 3,31 milhões nesta eleição. O BMG injetou recursos nas contas de campanha de candidatos (R$ 1 milhão) e comitês (R$ 1,62 milhão), entre elas as dos petistas Walter Pinheiro (Salvador), Maria do Rosário (Porto Alegre) e Marília Campos (Contagem) e a do tucano Beto Richa (Curitiba).

Os bancos Rural e BMG, envolvidos no escândalo do mensalão, doaram juntos R$ 3,31 milhões nesta eleição. O BMG injetou recursos nas contas de campanha de candidatos (R$ 1 milhão) e comitês (R$ 1,62 milhão), entre elas as dos petistas Walter Pinheiro (Salvador), Maria do Rosário (Porto Alegre) e Marília Campos (Contagem) e a do tucano Beto Richa (Curitiba).

Os bancos disseram, por assessorias, que as doações seguem as exigências do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O empresário Eike Batista doou R$ 1,15 milhão para quatro prefeitos eleitos em cidades onde mantém negócios: Rio, Belo Horizonte, Macapá e Conceição do Mato Dentro (MG).

Ele destinou recursos (R$ 100 mil) para o comitê do partido -em vez de doar direto ao candidato- somente no Amapá, onde a empresa dele é alvo da Polícia Federal por suspeita de fraude em licitação.

Ele destinou ainda R$ 50 mil a Breno Costa (DEM), eleito em Conceição do Mato Dentro (MG), onde a MMX já foi acusada de desmatamento ilegal.

A assessoria de Eike afirmou, em nota, que "as doações efetuadas pelo grupo têm por princípio a transparência, tanto assim que, em muitos casos, mais de um candidato de determinado município foi beneficiado por doações eleitorais".
 

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