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Justiça concede prisão domiciliar ao dono da Gol

Justiça concede prisão domiciliar ao dono da Gol

A Justiça do Distrito Federal concedeu prisão domiciliar ao empresário Nenê Constantino, dono da Gol Linhas Aéreas.

A decisão da desembargadora Sandra de Santis destaca o “precário estado de saúde” do empresário, que tem 78 anos e está “sob cuidados médicos.” Por meio de nota, os advogados de Nenê afirmam que o empresário se apresentará à Justiça após concluir o tratamento de saúde.
Nenê teve prisão preventiva decretada ontem pela Justiça. No inquérito instalado na Polícia Civil do DF, Constantino é acusado de ser o responsável pelo homicídio do líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, alvejado com três tiros de revólver em 2001. Márcio encabeçou a ocupação, naquele ano, de cerca de cem pessoas a um terreno pertencente à viação Planeta em Taguatinga (DF), de propriedade de Constantino.
De acordo com o promotor Bernardo de Urbano Resende, a prisão preventiva do empresário ocorreu porque ele estaria subornando testemunhas dos processos que responde. Conforme destacou, há gravações telefônicas, feitas com autorização judicial, que comprovariam os supostos subornos.
Segundo o promotor, Nenê deu uma casa a uma testemunha para que ela prestasse depoimento falso à Justiça. Constantino nega todas as acusações e diz que vai provar sua inocência no transcorrer do processo.

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