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12/10/2005

Administrador da empresa pode ser preposto

A 3ª Turma do TRT-10ª Região negou provimento ao recurso de ex-empregado da LG&C Consultoria Ltda., que pediu em recurso a aplicação da pena de revelia à empresa na audiência realizada no 1̊ grau. Ele alegou que o preposto enviado pela consultora não era seu empregado e não possuía carta de preposto, não preenchendo, portanto, os requisitos do artigo 843, parágrafo 1̊, da CLT, e o disposto na Súmula 377 do TST. O juízo do 1̊ grau considerou cumpridas as exigências da representação.

Condenadas por aborto

O Tribunal do Júri de Jaguaruna, 189 km de Florianópolis (SC) condenou ontem, após 19 horas de sessão, duas mulheres pelo crime de aborto, realizado em 1996. E.M., 33 anos, foi acusada de consentir que uma outra pessoa lhe provocasse aborto no sexto mês de gestação e de ocultação de cadáver. Foi condenada a um ano de reclusão, mais um de detenção e a pagamento de multa.

BB consegue suspender pagamento de R$ 71 milhões a correntista

O Banco do Brasil obteve na Justiça a suspensão do pagamento de R$ 71 milhões a um correntista de Cuiabá (MT). O banco foi condenado em primeira instância, por cobrança indevida em cheque especial, a pagar R$ 11,8 mil, que deveriam ser atualizados pelo mesmo índice cobrado dos correntistas em débitos de cheque especial. O TJ-MT (Tribunal de Justiça de Mato Grosso) suspendeu o pagamento até que seja julgada a ação rescisória que questiona os valores calculados pela defesa do cliente.

MPF questiona propaganda do PanAmericano que oferece juro zero a aposentado

O procurador da República no município de Erechim (RS) Mário Sérgio Ghannagé Barbosa ingressou com ação civil pública na Justiça Federal, com validade para todo o Brasil, questionando propaganda divulgada pelo Banco PanAmericano que veicula a cobrança de juros de zero por cento nos empréstimos a pensionistas e aposentados a serem pagos através de desconto nos benefícios recebidos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), por meio do sistema chamado de Cred Amigo. Também são réus na ação o INSS e o Banco Central.

Não cabe lotação provisória para servidor que acompanha cônjuge sócio de empresa privada

Não é cabível o exercício provisório de servidor público em outro órgão em razão de deslocamento para acompanhamento de cônjuge que não seja também servidor público. A decisão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A oficial de Justiça do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) pediu licença para acompanhamento do cônjuge, transferido para o Rio de Janeiro. A licença e o pedido de reconsideração subseqüente foram negados. Contra a decisão, impetrou mandado de segurança, que foi concedido.

Deputados de Rondônia podem ser cassados

Três deputados estaduais de Rondônia acusados de fazer parte de um escândalo de cobrança de propina tiveram o pedido de cassação aceito. A sugestão foi feita pela Comissão Especial Temporária que analisou a quebra de decoro parlamentar e decidiu pela punição de Ellen Ruth, Amarildo Almeida e Ronilton Capixaba, todos sem partido.

Fazendeiro acusado de explorar mão-de-obra escrava terá habeas-corpus julgado no STF

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Edson Vidigal, admitiu o recurso ordinário em habeas-corpus interposto pelo fazendeiro Luiz Pereira Martins, remetendo os autos ao Supremo Tribunal Federal (STF). Acusado de explorar mão-de-obra escrava na fazenda Flor da Mata, em São Félix do Xingu (PA), Luiz Pires, nome pelo qual é conhecido na região, entrou com o recurso após ter tido seu pedido de habeas-corpus negado, em junho deste ano, pela Quinta Turma, por unanimidade.

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