OAB-PA: programa de proteção a testemunhas faliu
Preocupada com o destino e, sobretudo, com o crédito perante às pessoas envolvidas em situações de risco, a Comissão de Direitos Humanos da OAB do Pará comunicou ao presidente da Seccional da entidade, Ophir Cavalcante Junior, a situação de completo esvaziamento do Programa de Proteção a Testemunhas no Estado. Há falta de recursos e problemas na estrutura da coordenação, a cargo da Sociedade de Defesa de Direitos Humanos – SDDH, uma ONG com um sistema precário de segurança. A alegação da Secretaria Executiva de Justiça é que o Provita é um programa do governo federal e que este não vem repassando os recursos para seu funcionamento no Estado.