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15/01/2007

Deputados pedem destituição de procurador no Amazonas

MANAUS – O conselho de procuradores do Ministério Público do Amazonas encaminha nesta terça-feira um pedido à Assembléia Legislativa para a destituição do procurador-geral licenciado Vicente Cruz (foto) de seu cargo. Cruz é acusado de contratar pistoleiros para matar o procurador Mauro Campbell. Outro pedido de destituição do procurador foi protocolado na última sexta-feira pelo deputado estadual Eron Bezerra (PCdoB). Segundo a Constituição Estadual, em seu artigo 28, um procurador só pode ser destituído do cargo por votação da maioria dos deputados estaduais. Mesmo em recesso, a Assembléia pode convocar uma sessão extraordinária para apreciar a solicitação.

Negada liminar sobre isenção de Cofins para sociedades odontológicas do DF

A ministra Ellen Gracie, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu, liminarmente, a Ação Cautelar (AC) 1529, ajuizada por três sociedades odontológicas que pretendiam suspender a exigibilidade do pagamento da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), até o julgamento final do recurso de agravo regimental que contesta decisão no Recurso Extraordinário (RE) 511902. O RE em questão discute a isenção da Cofins para sociedades prestadoras de serviços profissionais regulamentados.

OAB vai ao STF contra pensão vitalícia concedida a Zeca do PT

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Roberto Busato, vai solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) esta semana a declaração da inconstitucionalidade da pensão vitalícia concedida pela Assembléia Legislativa do Mato Grosso do Sul ao ex-governador Zeca do PT, no apagar das luzes do seu governo e da legislatura encerrada em dezembro último. Busato recebeu hoje (15) o pedido para ingressar com a ação direta de inconstitucionalidade (Adin) das mãos do presidente da Seccional da OAB do Mato Grosso do Sul, Fábio Ricardo Trad, segundo o qual ‘a reação da sociedade civil foi de completa indignação com o ato da Assembléia Legislativa, porque o ex-governador Zeca do PT não contribuiu para justificá-la’.

Record é condenada por rebaixar empregado de função

O rebaixamento de função configura ofensa ao patrimônio moral e profissional do empregado. O entendimento é da 11ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), que negou recurso da Rádio e Televisão Record contra condenação imposta pela 37ª Vara do Trabalho de São Paulo.

Guilherme Fontes está na mira da Justiça

O ator Guilherme Fontes, que também é produtor e cineasta, está sendo cobrado judicialmente para devolver R$2,6 milhões a ‘Petrobrás’ e a ‘BR Distribuidora’, que patrocinaram o filme ‘Chatô – O Rei do Brasil’.

Registro do representante no Conselho Regional é indispensável para validade da representação comercial

A sutil diferença entre a relação de trabalho de representante comercial autônomo com a empresa que representa e a relação de emprego prevista no artigo 3º da CLT é tema comum de ações na Justiça do Trabalho. Esta foi uma das questões que a 1ª Turma do TRT/MG teve que decidir ao julgar recurso interposto por um laboratório, que se insurgiu contra a sentença do juiz de 1º grau reconhecendo o vínculo empregatício entre um representante autônomo e a empresa representada. Acompanhando o voto do juiz relator, Marcos Moura Ferreira, a Turma considerou haver relação de emprego entre as partes, uma vez estabelecida a subordinação jurídica entre ambas, inclusive porque não houve observância dos critérios que regem a profissão de representante: registro nos conselhos regionais da categoria e contrato minucioso de representação.

Taxa de 20% substitui honorários advocatícios na execução de dívida ativa da União

A 6ª Turma do TRT/MG, acompanhando voto do juiz relator, Ricardo Antônio Mohallem, negou provimento a agravo de petição interposto pela União Federal, que pleiteava a condenação de duas empresas ao pagamento de honorários advocatícios em favor da Fazenda Nacional. As empresas haviam interposto embargos à execução fiscal de Dívida Ativa pela União, julgados improcedentes pelo juiz de 1º grau, que declarou subsistente a penhora.

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