seu conteúdo no nosso portal

Belo Horizonte: Prefeitura corta 30% dos cargos

Belo Horizonte: Prefeitura corta 30% dos cargos

O projeto da reforma administrativa, que será implantada na Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) a partir de 2005, tem como principal objetivo reduzir o tamanho da máquina pública, para garantir mais agilidade e diminuir os custos. A estimativa é de uma redução de 30% na estrutura da PBH, que terá menos cargos de recrutamento amplo, por meio da adoção de alternativas como a fusão de gerências. De acordo com informações da PBH, os cargos comissionados preenchidos somam 1.298, sendo 826 por funcionários concursados. Seriam extintos 389 cargos comissionados dos 472, segundo a proposta em estudo. Os gastos com a folha de pessoal são de R$ 897 milhões para 2005. A previsão de gastos com o pessoal terceirizado em 2004 é de R$ 172 milhões.

O projeto da reforma administrativa, que será implantada na Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) a partir de 2005, tem como principal objetivo reduzir o tamanho da máquina pública, para garantir mais agilidade e diminuir os custos. A estimativa é de uma redução de 30% na estrutura da PBH, que terá menos cargos de recrutamento amplo, por meio da adoção de alternativas como a fusão de gerências. De acordo com informações da PBH, os cargos comissionados preenchidos somam 1.298, sendo 826 por funcionários concursados. Seriam extintos 389 cargos comissionados dos 472, segundo a proposta em estudo. Os gastos com a folha de pessoal são de R$ 897 milhões para 2005. A previsão de gastos com o pessoal terceirizado em 2004 é de R$ 172 milhões.

“A reforma tem o objetivo de dar agilidade. A estrutura ficará em torno de 30% menor”, disse uma fonte que participa da elaboração do projeto de reforma.

Uma das modificações prevê a redução dos cinco gerentes da área social das secretarias de gestão regional para três, mesmo corte sofrido pelos cinco cargos de gerência da área urbana, que passarão a ser também em número de três. A medida é uma das adotadas para enxugar as regionais. Atualmente, existem sete secretarias de coordenação, 21 secretarias temáticas e nove secretarias de gestão regional, cada uma delas com duas subsecretarias. Pelos parâmetros da administração, são 16 pastas de primeiro escalão, as de coordenação e gestão, e 39 de segundo escalão. Conforme as mudanças previstas, as sete secretarias de coordenação são mantidas, mas as temáticas serão transformadas em secretarias adjuntas.

As pastas de Educação e Saúde passam a estar ligadas ao núcleo da coordenação, enquanto as secretarias de Esporte, Abastecimento e Política Social serão adjuntas da secretaria de coordenação de Políticas Sociais. As pastas temáticas do Meio Ambiente, Regulação Urbana e Habitação, da mesma forma, funcionarão como adjuntas da coordenação de Política Urbana. No novo formato, a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) e a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) ganham autonomia, mas continuam respondendo à coordenação de Política Urbana. Alguns órgãos serão criados, como uma fundação de parques e jardins e outra de cultura.

Embora os secretários temáticos já tenham salários que corresponderiam a adjuntos, a mudança nas pastas vai significar a diminuição da estrutura, inclusive com corte substancial de cargos de recrutamento amplo.

A reforma já está praticamente concluída, e a apreciação pelo Legislativo municipal deverá ser iniciada ainda em novembro. A proposta será apresentada hoje à bancada de vereadores do PT na Câmara Municipal, durante reunião com o secretário de Governo, Paulo Moura, de acordo com o líder petista, vereador Tarcísio Caixeta. A previsão é que os projetos cheguem à Câmara no final desta semana ou, no máximo, início da próxima, no dia 8 de novembro, como confirmou a líder do Governo no Legislativo, vereadora Neusinha Santos (PT).

Bejani extingue metade das vagas

A metade dos cargos comissionados existentes hoje na Prefeitura de Juiz de Fora (Zona da Mata) será extinta a partir de janeiro de 2005. O prefeito eleito do município, deputado Alberto Bejani (PTB), antecipou ontem a medida como forma de tornar a administração mais enxuta. ‘Existe um leque muito grande de cargos. Houve redução de secretarias, mas com a criação de muitos cargos de diretores e gerentes. A minha intenção é reduzir o quadro de confiança em 50%’, informou.

A prefeitura, no entanto, não enfrentará, neste ano, dificuldades financeiras, como em muitos municípios do Estado, para quitar o 13º salário dos servidores, afirmou.

Segundo o prefeito eleito, inclusive já estariam assegurados os recursos para o pagamento do salário correspondente ao mês de dezembro, em 5 de janeiro. O trabalho da equipe de transição será iniciado hoje, de acordo com Bejani, em uma sala na prefeitura cedida pelo atual prefeito, Tarcísio Delgado. Depois de passar o dia de ontem agradecendo a eleitores e em sua residência com a família, o deputado adiantou que hoje deverá comparecer a audiência com o governador Aécio Neves (PSDB) em Belo Horizonte e possivelmente amanhã com o presidente Luiz Inácio da Lula Silva (PT).

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico