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Promotor de Justiça escapa de roubo na Rio-Petrópolis

Promotor de Justiça escapa de roubo na Rio-Petrópolis

A violência volta a rondar a estrada Rio-Petrópolis. O promotor da 3 Promotoria Criminal da Comarca de Petrópolis, Celso Quintella, contou ter sido atacado, na noite de segunda-feira, por bandidos na altura do belvedere existente na estrada, mas reagiu a tiros e conseguiu fugir. Os criminosos, que estavam de carro, seguiram o padrão dos assaltos naquela via: fecharam o veículo da vítima, obrigando-a a parar no canto da pista. — Eles fecharam o meu carro e me forçaram a parar. Fugi de ré, mas tive de reduzir porque estava próximo a uma curva e um veículo vinha na direção contrária. Um dos bandidos saltou do carro armado e, então, dei dois tiros na direção dele. Dei ré por mais uns 200 metros e outros carros pararam ao perceberem a ação. Presumo que os criminosos tenham fugido para o outro lado.

A violência volta a rondar a estrada Rio-Petrópolis. O promotor da 3 Promotoria Criminal da Comarca de Petrópolis, Celso Quintella, contou ter sido atacado, na noite de segunda-feira, por bandidos na altura do belvedere existente na estrada, mas reagiu a tiros e conseguiu fugir. Os criminosos, que estavam de carro, seguiram o padrão dos assaltos naquela via: fecharam o veículo da vítima, obrigando-a a parar no canto da pista. — Eles fecharam o meu carro e me forçaram a parar. Fugi de ré, mas tive de reduzir porque estava próximo a uma curva e um veículo vinha na direção contrária. Um dos bandidos saltou do carro armado e, então, dei dois tiros na direção dele. Dei ré por mais uns 200 metros e outros carros pararam ao perceberem a ação. Presumo que os criminosos tenham fugido para o outro lado.

O promotor disse que a tentativa de assalto aconteceu numa área de risco para os motoristas, próxima ao retorno usado pelos bandidos para voltar à Baixada Fluminense. Segundo Quintella, o problema voltou a ocorrer com mais freqüência depois que um posto da Polícia Rodoviária Federal, localizado no meio da serra, foi desativado.

A assessoria da Polícia Rodoviária Federal diz que o posto desativado, mencionado pelo promotor, não é uma unidade oficial da corporação. Ele teria sido feito às pressas através de convênio com a prefeitura local para que a polícia marcasse presença no local. A assessoria informou que havia policiais na base quando houve o ataque ao promotor.

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