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Gastos com combustível dariam para 3 viagens à Lua

Gastos com combustível dariam para 3 viagens à Lua

O Tribunal de Contas da Paraíba emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2002 apresentadas pelo ex-prefeito de Marcação Gilberto Gomes Barreto, a quem imputou débito superior a R$ 341 mil por gastos excessivos com combustível, fraude e falsificação documental.

O Tribunal de Contas da Paraíba emitiu parecer contrário à aprovação das contas de 2002 apresentadas pelo ex-prefeito de Marcação Gilberto Gomes Barreto, a quem imputou débito superior a R$ 341 mil por gastos excessivos com combustível, fraude e falsificação documental.

O relator do processo, conselheiro Fernando Catão, fez as contas e concluiu que, juntos, os oito carros a serviço da Prefeitura teriam de rodar 1,2 milhão de quilômetros no ano para justificar o excesso de combustível da ordem de R$

225.337,00.

Os 6.347 abastecimentos contabilizados no exercício seriam então suficientes para cobrir de carro (se isso fosse possível) percurso três vezes superior à distância entre a Terra e a Lua. Chegou a R$ 92 mil o débito imputado ao ex-prefeito de Marcação por falsificação documental e desvio de pagamentos.

Outro ex-prefeito com as contas de 2002 reprovadas foi Vidal Antonio da Silva, de Serra Grande. A ele o TCE imputou o débito de R$ 185,9 mil por irregularidades que incluíram despesas e saldo não comprovados. Vidal e o ex-vice-prefeito Aluízio Abílio de Sousa também responderam por remuneração recebida em excesso.

Aplicações em educação abaixo do limite constitucional contribuíram para a desaprovação das contas de 2002 apresentadas pelos ex-prefeitos de Manaíra José Simão de Sousa e Manoel Bezerra Rabelo, que se revezaram no comando do município.

Esta também foi uma das razões para a reprovação das contas de 2002 dos ex-prefeitos de Cuité Osvaldo Venâncio dos Santos e, de Pirpirituba, Humberto de Freitas, neste último caso, contas de 2003.

O TCE entendeu que o ex-prefeito de Itapororoca José Ribeiro da Silva não promoveu o recolhimento de contribuições previdenciárias e aplicou recursos do Fundef em obras estranhas à natureza deste fundo, razões pelas quais desaprovou as contas de 2002 por ele apresentadas.

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