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Lavagem de dinheiro: Investigados pelo MPF/PR são presos

Lavagem de dinheiro: Investigados pelo MPF/PR são presos

Cinco empresários investigados por crime de lavagem de dinheiro pela Força-Tarefa CC5 do Ministério Público Federal , no Paraná, foram presos hoje . Paulo Jacintho Sposito, Antonio Pires de Almeida, Paulo Pires de Almeida, Roseli Ciolfi e Regina Roriko Inoue foram acusados de gestão fraudulenta, operação de instituição financeira sem a autorização, evasão de divisas, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Paulo Pires de Almeida foi preso em uma fazenda, a 180 km de Campo Grande (MS), e os outros quatro, em São Paulo. Antonio Pires (80 anos) e Sposito (72) estão em prisão domiciliar, em virtude da idade.

Cinco empresários investigados por crime de lavagem de dinheiro pela Força-Tarefa CC5 do Ministério Público Federal , no Paraná, foram presos hoje . Paulo Jacintho Sposito, Antonio Pires de Almeida, Paulo Pires de Almeida, Roseli Ciolfi e Regina Roriko Inoue foram acusados de gestão fraudulenta, operação de instituição financeira sem a autorização, evasão de divisas, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Paulo Pires de Almeida foi preso em uma fazenda, a 180 km de Campo Grande (MS), e os outros quatro, em São Paulo. Antonio Pires (80 anos) e Sposito (72) estão em prisão domiciliar, em virtude da idade.

De acordo com o MPF, essas pessoas movimentaram, entre 1995 e 2002, US$ 1.839.774.230,97 (o que equivale, em valores atuais, a R$ 4,838 bilhões), em cinco contas nos Estados Unidos, duas no MTB Bank e três no Merchants Bank, gerenciadas pela portuguesa Maria Carolina Nolasco, investigada pela Promotoria Federal de Nova Jersey e pelo Departamento de Segurança de Newak, nos Estados Unidos.

As investigações sobre o esquema foram iniciadas pela Força-Tarefa CC5, composta pelo MPF e Polícia Federal, que obteve o apoio do Departamento de Segurança Interna (DHS) americano e da Procuradoria de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A prisão foi determinada pelo juiz Gueverson Farias, da 2.º Vara Federal Criminal de Curitiba, e cumprida pela Polícia Federal comandada pela superintendência do Paraná.

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