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O custeio do governo federal tende a aumentar

O custeio do governo federal tende a aumentar

Folha de servidor e mínimo pesam. Despesas federais importantes poderão ter subido acima do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, caso da folha de pessoal e benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Essa tendência de alta deverá ser acentuada em 2005 por causa dos efeitos dos recentes reajustes salariais dados aos servidores públicos e ao salário mínimo de R$ 300,00 a partir de maio.

Folha de servidor e mínimo pesam. Despesas federais importantes poderão ter subido acima do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, caso da folha de pessoal e benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Essa tendência de alta deverá ser acentuada em 2005 por causa dos efeitos dos recentes reajustes salariais dados aos servidores públicos e ao salário mínimo de R$ 300,00 a partir de maio.

A conclusão é do especialista em contas públicas, economista Raul Velloso, com base em dados oficiais disponíveis. “Infelizmente essa expansão ocorreu onde não deveria, nos gastos correntes e não nos investimentos.” O aprofundamento do tamanho do governo federal na economia brasileira aconteceu graças à maior extração de recursos da sociedade com a cobrança de tributos.

A ampliação das despesas e a queda dos investimentos dificulta o corte estimado em cerca de R$ 10 bilhões que a área econômica terá de fazer no Orçamento Geral da União aprovado no Congresso para ajustar os gastos à arrecadação

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