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TC discute ações estratégicas

TC discute ações estratégicas

O Tribunal de Contas do Estado reuniu, nesta quinta-feira, no Sebrae, seu corpo de conselheiros, auditores, procuradores e dirigentes de áreas técnicas para a discussão do plano de ações estratégicas destinado ao enfrentamento das mudanças políticas, sociais e econômicas que o País deverá experimentar nos próximos cinco anos.

O Tribunal de Contas do Estado reuniu, nesta quinta-feira, no Sebrae, seu corpo de conselheiros, auditores, procuradores e dirigentes de áreas técnicas para a discussão do plano de ações estratégicas destinado ao enfrentamento das mudanças políticas, sociais e econômicas que o País deverá experimentar nos próximos cinco anos.

Corresponder aos anseios de uma sociedade cada vez mais exigente e participativa, enfrentar problemas decorrentes do aumento da carga de trabalho, garantir a celeridade processual e aprimorar-se como órgão de controle dos gastos públicos são desafios que o TCE pretende superar no qüinqüênio 2005/2009.

“Essas metas terão de ser alcançadas numa fase de recessão econômica que, certamente, perdurará por um bom tempo. Sem dispormos de condições financeiras para o aumento do quadro de pessoal, teremos de buscar alternativas na modernização, na qualificação técnica, na racionalização de procedimentos e na informatização, em maior grau, de todos os nossos setores”, antevê o presidente da Corte, conselheiro José Marques Mariz.

Ele entende que, de uma forma geral, as Cortes de Contas do País terão de enfrentar maior volume de encargos, em decorrência, até, do surgimento de novos programas e ações governamentais, a exemplo das Parcerias Público Privadas (PPP) recentemente aprovadas pelo Congresso Nacional.

O da Paraíba é um dos sete únicos Tribunais de Contas brasileiros a dispor de Planos de Ações Estratégicas necessários, também, a partir de agora, à obtenção de recursos do Programa Nacional de Apoio à Modernização dos Estados e do Distrito Federal (Promoex), iniciativa do Ministério do Planejamento financiada pelo Banco Mundial.

Para a definição dessas ações o TCE tem o auxílio do Instituto Nacional de Desenvolvimento Gerencial (INDG), organismo sediado em Belo Horizonte e tido como a maior organização de consultoria em gestão empresarial do País.

Esse Instituto também tem acompanhado, aqui, os processos de obtenção e manutenção de dois Prêmios ISO de Qualidade já conferidos à Corte de Contas da Paraíba pelo Bureau Veritas Quality International (BVQI), órgão com sede em Londres e chancela em mais de 150 países.

Coordenador dos trabalhos, que irão até o próximo dia 25, o auditor Mário Márcio Machado, do INDG, já anotou, com o mesmo objetivo, as opiniões e sugestões dos servidores, chefes de departamentos e divisões do TCE para o plano qüinqüenal de metas.

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