seu conteúdo no nosso portal

Justiça bloqueia bens de corregedor da Câmara Federal

Justiça bloqueia bens de corregedor da Câmara Federal

BRASÍLIA - Os bens do corregedor e segundo-vice-presidente da Câmara, deputado Ciro Nogueira (PP-PI), foram bloqueados por decisão de das juízas Daniele Calixto e Adverci Abreu da Justiça Federal em Brasília. Ciro Nogueira é acusado pelo Ministério Público Federal de permitir a ocupação irregular de apartamentos funcionais da Câmara. Ele era responsável pela administração dos 432 apartamentos funcionais e teria permitido que 15 deputados, cujos mandatos haviam terminado, permanecessem nos imóveis.Os procuradores da República no Distrito Federal Ronaldo de Queiroz e Luciano Rolim entraram com ações de improbidade administrativa e ações cautelares de indisponibilidade de bens contra Ciro Nogueira e os outros 15 deputados que não deixaram os imóveis.

BRASÍLIA – Os bens do corregedor e segundo-vice-presidente da Câmara, deputado Ciro Nogueira (PP-PI), foram bloqueados por decisão de das juízas Daniele Calixto e Adverci Abreu da Justiça Federal em Brasília. Ciro Nogueira é acusado pelo Ministério Público Federal de permitir a ocupação irregular de apartamentos funcionais da Câmara. Ele era responsável pela administração dos 432 apartamentos funcionais e teria permitido que 15 deputados, cujos mandatos haviam terminado, permanecessem nos imóveis.Os procuradores da República no Distrito Federal Ronaldo de Queiroz e Luciano Rolim entraram com ações de improbidade administrativa e ações cautelares de indisponibilidade de bens contra Ciro Nogueira e os outros 15 deputados que não deixaram os imóveis.

– Eles continuaram ocupando os apartamento após a expiração dos mandatos e o deputado Ciro Nogueira não tomou providências. Confundiram o público com o privado e houve gastos para o erário – afirmou Queiroz.

O líder do PL, deputado José Janene (PR) disse neste sábado que a decisão da Justiça Federal de é sensacionalista. O líder afirmou que a decisão não preocupa o partido. Segundo ele, Ciro Nogueira é um parlamentar conceituado e todo político que ocupa funções em um setor público está sujeito a ações deste tipo:- Isso é coisa banal. O Ciro optou por uma retirada amigável. Quem julga autoridades é o Supremo e as juízas agiram com sensacionalismo porque isso gera notícia. A indisponibilidade tem que ser de até R$ 2,9 milhões e o patrimônio do Ciro é superior a isso – afirmou Janene.

O Ministério Público entrou com 15 ações na Justiça Federal, mas a maioria delas não chegou a ser julgada porque alguns dos juízes decidiram que só caberia ao STF apreciar ações contra deputados.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico