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Advogado é assassinado dentro do escritório no Rio

Advogado é assassinado dentro do escritório no Rio

O advogado Fernando Orotavo Lopes da Silva Júnior, 62 anos, morreu na madrugada de ontem, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo. Ele estava internado desde a tarde de terça-feira quando foi baleado por bandidos que assaltaram seu escritório, no Centro. Fernando chegou ao hospital na tarde de anteontem, em estado grave. Ele foi atingido por um tiro no abdômen e submetido a uma cirurgia que durou 11 horas. O advogado perdeu mais de três litros de sangue e acabou não resistindo. Ele foi enterrado ontem, às 17h, no São João Batista.

O advogado Fernando Orotavo Lopes da Silva Júnior, 62 anos, morreu na madrugada de ontem, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo. Ele estava internado desde a tarde de terça-feira quando foi baleado por bandidos que assaltaram seu escritório, no Centro. Fernando chegou ao hospital na tarde de anteontem, em estado grave. Ele foi atingido por um tiro no abdômen e submetido a uma cirurgia que durou 11 horas. O advogado perdeu mais de três litros de sangue e acabou não resistindo. Ele foi enterrado ontem, às 17h, no São João Batista.

O delegado Marcus Druker, da 1ª DP (Praça Mauá), pretende ouvir na segunda-feira os funcionários do escritório, para fazer um retrato-falado dos bandidos. A ação ocorreu por volta das 13h, logo depois que um carro-forte entregou R$ 700 mil no escritório.

– Há informações de que o dinheiro fazia parte de um processo de inventário, mas ainda vamos checar isso. Suspeitamos que alguém do bando sabia do recebimento deste dinheiro – afirmou Druker.

Filho da vítima, o advogado Fernando Orotavo Neto disse que o dinheiro foi enviado por um cliente para pagar os honorários do escritório. Ele acredita que um dos funcionários da Protege, empresa que fez o transporte, pode estar envolvido no assalto.

– Me contaram que o papai quis contar o dinheiro e um dos vigilantes perguntou por que ele fazia isso. Ele estava nervoso, querendo ir embora logo. Em seguida os bandidos chegaram – contou Fernando.

Segundo ele, a quadrilha era formada por seis homens armados. Um deles subiu ao escritório e aproveitou para entrar quando um advogado saiu. Já dentro do escritório, onde trabalham mais de 20 pessoas, ele chamou os comparsas, que renderam o vigilante do prédio. Os bandidos não estavam encapuzados.

Fernando tentou impedir que os bandidos saíssem e acabou levando um tiro. Seu filho o levou para o hospital de táxi. Os bandidos fugiram antes da chegada da polícia. A informação é do Jornal do Brasil.

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