seu conteúdo no nosso portal

França aprova direito de morrer, ‘mas não eutanásia’

França aprova direito de morrer, ‘mas não eutanásia’

O Parlamento da França aprovou uma lei que concede a pacientes em estado terminal o direito de morrer por meio da interrupção do tratamento médico. A lei também exime de responsabilidade criminal médicos que derem a pacientes drogas que encurtem sua vida, caso elas tenham sido ministradas com o objetivo de aliviar a dor.

O Parlamento da França aprovou uma lei que concede a pacientes em estado terminal o direito de morrer por meio da interrupção do tratamento médico. A lei também exime de responsabilidade criminal médicos que derem a pacientes drogas que encurtem sua vida, caso elas tenham sido ministradas com o objetivo de aliviar a dor.

Os partidários da lei – incluindo o governo conservador, a oposição socialista e a Igreja Católica – dizem que ela não chega a autorizar a eutanásia.

Isso porque não permite que seja dado fim à vida do paciente por meio de uma ação efetuada por um médico.

Polêmica

O projeto de lei foi aprovado pelo Senado nesta quarta após ter sido aprovado na Câmara dos Deputados.

A nova legislação permite que a assistência médica seja interrompida quando parecer não ter mais utilidade ou só sirva para manter a pessoa viva artificialmente.

A lei começou a ser discutida após a polêmica causada em 2000 pelo caso de Vincent Humbert, um bombeiro que foi mantido vivo contra sua vontade depois de ter ficado cego, mudo e paralítico após um acidente de automóvel.

Ele acabou morrendo em setembro de 2003, quando sua mãe lhe aplicou uma elevada dose de barbitúricos.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico