seu conteúdo no nosso portal

Cremerj deve ir à Justiça contra a falta de remédio

Cremerj deve ir à Justiça contra a falta de remédio

O Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) está analisando a possibilidade de entrar na Justiça contra a Secretaria municipal de Saúde por causa da falta de medicamentos nos hospitais da rede. Segundo o presidente da Comissão de Saúde Pública do Cremerj, Pablo Vazquez, uma reunião com as comissões de ética das unidades municipais, marcada para hoje, deve definir se elas recorrerão a ações judiciais para regularizar a situação.

O Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj) está analisando a possibilidade de entrar na Justiça contra a Secretaria municipal de Saúde por causa da falta de medicamentos nos hospitais da rede. Segundo o presidente da Comissão de Saúde Pública do Cremerj, Pablo Vazquez, uma reunião com as comissões de ética das unidades municipais, marcada para hoje, deve definir se elas recorrerão a ações judiciais para regularizar a situação.

A Comissão de Saúde reuniu-se ontem com o subsecretário municipal de Saúde, Jacob Kligermann, para discutir a questão da carência de insumos em hospitais como o Souza Aguiar, uma das maiores emergências do Brasil e que faz cerca de mil atendimentos diários. “É um absurdo um hospital como o Souza Aguiar não ter, sequer, analgésicos, sedativos, antibióticos ou mesmo soro”, disse Vazquez.

O prefeito do Rio, César Maia, informou ontem que o município está promovendo as licitações necessárias para a compra de medicamentos, a fim de regularizar a situação em seus hospitais. “Nesse período de licitação, sempre haverá problema”, afirmou Maia na mensagem.

O representante do Cremerj criticou, no entanto, a demora para realizar a licitação, já que a Secretaria Municipal de Saúde tem o controle dos estoques de medicamentos. “Além de que as direções dos hospitais encaminharam vários memorandos nos meses passados, dizendo que o estoque estava próximo do fim”, acrescentou.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico