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Incra pretende recorrer de decisão judicial que adiou entrega de terra

Incra pretende recorrer de decisão judicial que adiou entrega de terra

A decisão do juiz José Maria Lucena, que concedeu liminar favorável aos proprietários dos engenhos Toco, Taquara e Papicu, adiou a entrega do decreto de imissão de posse da área ocupada há dois anos por 300 famílias de trabalhadores rurais ligadas à Comissão Pastoral da Terra (CPT).

A decisão do juiz José Maria Lucena, que concedeu liminar favorável aos proprietários dos engenhos Toco, Taquara e Papicu, adiou a entrega do decreto de imissão de posse da área ocupada há dois anos por 300 famílias de trabalhadores rurais ligadas à Comissão Pastoral da Terra (CPT).

A área fica à margem da rodovia estadual PE-41, no município de Tracunhaém (zona da Mata).

A superintendente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) no estado, Maria de Oliveira, informou que pretende entrar com ação judicial pedindo revisão da decisão. Os trabalhadores estavam certos de que, ganho o processo no Supremo Tribunal Federal (STF), poderiam tomar posse, a qualquer momento, da terra pertencente ao grupo João Santos. “A medida tomada pelo magistrado, contrariando uma resolução do Supremo, para nós representa um retrocesso no processo de reforma agrária em Pernambuco”, observou.

O coordenador da Comissão Pastoral da Terra em Pernambuco, Plácido Júnior, avaliou que o juiz federal “não pensou na situação dos agricultores que estão vivendo em barracos de lona na estrada, em situação de extrema pobreza por não terem a terra para produzir”.

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