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Ministro Pádua Ribeiro fala sobre Judiciário e Imprensa em Pernambuco

Ministro Pádua Ribeiro fala sobre Judiciário e Imprensa em Pernambuco

O ministro Antonio de Pádua Ribeiro, corregedor nacional de Justiça, está proferindo neste momento, no Auditório dos Associados de Pernambuco, à Rua do Veiga, Nº 600, no Bairro de Santo Amaro, a palestra O Judiciário e a Imprensa.

O ministro Antonio de Pádua Ribeiro, corregedor nacional de Justiça, está proferindo neste momento, no Auditório dos Associados de Pernambuco, à Rua do Veiga, Nº 600, no Bairro de Santo Amaro, a palestra O Judiciário e a Imprensa.

A conferência integra o seminário promovido pelo jornal Diário de Pernambuco, pela passagem dos seus 180 anos de fundação e conta com a participação da Escola da Magistratura de Pernambuco e da Seccional da OAB, naquele estado. A mesa do seminário O Poder Judiciário e a Imprensa é dirigida pelo desembargador Macedo Malta, presidente do TJPE.

Mineiro de Pará de Minas, o ministro Antônio de Pádua Ribeiro foi empossado, em 14 de junho, corregedor nacional de Justiça, cargo criado pela Emenda Constitucional n. 45, que instituiu a reforma do Judiciário. O ministro foi indicado para o cargo pela maioria absoluta do Plenário do Superior Tribunal de Justiça, durante sessão realizada em dezembro do ano passado.

Ministro do extinto Tribunal Federal de Recursos de 1980, o atual corregedor presidiu a comissão que atuou junto à Assembléia Nacional Constituinte em 1988, de cujo trabalho resultou a criação dos cinco Tribunais Regionais Federais e do Superior Tribunal de Justiça. Tribunal que passou a compor a partir da instalação, em 7 de abril de 1989. Neste Tribunal, foi corregedor-geral da Justiça Federal e da Justiça Eleitoral, tendo presidido o STJ e o Conselho da Justiça Federal no biênio 1998/2000.

Antes de ser corregedor nacional de Justiça, presidia a Comissão de Jurisprudência do STJ e integrava a Terceira Turma e a Segunda Seção da Corte – responsável por apreciar os processos que envolvam matéria de Direito Privado. Atualmente, em razão de sua nomeação para o cargo de corregedor nacional de Justiça, compõe o Plenário e a Corte Especial do Tribunal.

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