O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a punição que suspende os diretos políticos dos ex-prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta. Eles foram condenados por improbidade administrativa. Os dois e o secretário José Antonio de Freitas estão desobrigados de devolver à Prefeitura de São Paulo o R$ 1,2 bilhão gasto a mais do que o arrecadado em 1996, último ano de gestão de Maluf, mas manteve a condenação de inelegibilidade por oito anos.
Eles foram acusados de simular excesso na arrecadação da prefeitura paulistana em 1996. Com eles, foi condenado também o secretário de Finanças da gestão Pitta e responsável pelo orçamento de São Paulo na gestão Maluf, José Antônio de Freitas. A defesa irá recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça (STF).