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Mutirão fiscal do TJ da Paraíba retoma trabalhos nesta 2ª feira

Mutirão fiscal do TJ da Paraíba retoma trabalhos nesta 2ª feira

Depois de fechar o mês de fevereiro com mais de 30 mil processos despachados e 1.304 sentenças, o Mutirão das varas da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça prossegue a partir desta segunda-feira(06), segundo informou nesta-sexta-feira(03), o juiz Saulo Benevides (foto), coordenador dos trabalhos, ao justificar que centenas de processos estão em fase de conclusão e prontos para serem sentenciados pelos juízes.' Há uma grande procura das pessoas para solucionar as questões fiscais de forma negociadas permitiu a prorrogação dos trabalhos', disse o magistrado.

Depois de fechar o mês de fevereiro com mais de 30 mil processos despachados e 1.304 sentenças, o Mutirão das varas da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça prossegue a partir desta segunda-feira(06), segundo informou nesta-sexta-feira(03), o juiz Saulo Benevides, coordenador dos trabalhos, ao justificar que centenas de processos estão em fase de conclusão e prontos para serem sentenciados pelos juízes.” Há uma grande procura das pessoas para solucionar as questões fiscais de forma negociadas permitiu a prorrogação dos trabalhos”, disse o magistrado.

“A prorrogação se deu em virtude da grande procura por parte da população e dos resultados que estão sendo excelentes para a Justiça e certamente para toda a sociedade”, comentou Saulo Benevides, ao acrescentar que entre 6 de março a 5 de abril o mutirão vai dar prioridade aos processos ajuizados por pessoas com mais de 60 anos de idade.

De acordo com o magistrado, o objetivo do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador João Antônio de Moura, é no sentido de que o número de processos movimentados seja o máximo possível, e que isso não se dê somente com relação às execuções fiscais, mas também no que se refere aos processos ajuizados pelo cidadão comuns.

“Temos que trabalhar pela celeridade da Justiça em benefício do cidadão e isso só será possível com criatividade e encontrando alternativas para fazer os processos tramitarem”, reafirmou o magistrado, ao reiterar que é praticamente inviável para um juiz titular de uma vara ter que trabalhar com um acúmulo de 16 ou 17 mil processos.

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