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Justiça nega liberdade a mulher que tentou comprar criança

Justiça nega liberdade a mulher que tentou comprar criança

A Justiça negou ontem o pedido de liberdade provisória da auxiliar administrativa Maria Batista de Souza, 49 anos. Ela está presa desde o última dia 14, quando tentou comprar um bebê de três meses de idade. A negativa foi dada pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, Ivo Salgado da Rocha, que rejeitou o pedido feito pelo advogado de defesa da mulher, considerando argumentos como gravidade do fato e algumas informações como endereço, profissão e a veracidade da maternidade de três filhos, como afirmou à polícia. A decisão é da última segunda-feira.

A Justiça negou ontem o pedido de liberdade provisória da auxiliar administrativa Maria Batista de Souza, 49 anos. Ela está presa desde o última dia 14, quando tentou comprar um bebê de três meses de idade. A negativa foi dada pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, Ivo Salgado da Rocha, que rejeitou o pedido feito pelo advogado de defesa da mulher, considerando argumentos como gravidade do fato e algumas informações como endereço, profissão e a veracidade da maternidade de três filhos, como afirmou à polícia. A decisão é da última segunda-feira.

Conforme o juiz, mesmo Maria Batista não possuindo antecedentes, as informações omitidas na primeira abordagem policial podem ser usadas contra ela. A primeira declaração dada por Maria à polícia foi considerada inútil pelo magistrado. Além de Maria Batista, a polícia indiciou a empregada doméstica Cleonilda Nogueira, acusada de colaborar com a acusada na propina oferecida à mãe da criança.

Maria Batista de Souza Silva foi presa na casa da irmã, no Bairro Buriti, em Campo Grande, depois de tentar comprar um bebê de três meses. O crime foi denunciado pela mãe da criança, que, constrangida com o assédio, acabou chamando os policiais da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). Maria Batista de Souza foi presa em flagrante, acusada de oferecer recompensa financeira para forçar a mãe a entregar-lhe um bebê. Para poder ficar com a criança, ela propôs à dona de casa Leolina dos Santos, 31 anos, o rendimento de um salário mínimo mensal, durante dois anos. A mãe da criança vinha sendo frequentemente assediada por Maria Batista. Para tentar convencer a dona de casa a vender sua filha – que tem um irmão gêmeo de 3 meses de idade – a auxiliar administrativa chegou a dizer a Leolina que ela era muito pobre e que a melhor solução para que a criança tivesse uma boa vida no futuro seria entregá-la para uma pessoa “mais rica”.

Presa

Por outro lado, continua presa na sede do Grupo Armado de Resgate e Repressão a Assaltos e Sequestros (Garras) a falsa assistente social Maria Marlene de Souza. A mulher roubou um bebê recém nascido durante a tarde do dia 20 de fevereiro.

Maria Marlene, que se apresentou como uma assistente social de nome Priscila, fez amizade com a mãe da criança e a convidou para fazer compras, afirmando que iria ajudar a família. Dentro de uma loja no centro da Capital, afirmou à mãe que iria até um caixa eletrônico e precisaria da criança para não enfrentar fila. Depois disso, Maria Marlene não voltou mais ao local. Ela embarcou com a criança para a cidade paulista de Campinas, onde foi presa pela Polícia Civil local. Ela deve ser transferida para o Presídio Feminino.

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