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Credit Suisse consegue na Justiça acesso a dados de investigação da PF

Credit Suisse consegue na Justiça acesso a dados de investigação da PF

O desembargador Cotrim Guimarães, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, autorizou o Credit Suisse --segundo maior banco da Suíça-- a tomar conhecimento do conteúdo das investigações da Polícia Federal sobre seu escritório de 'private banking' (voltada a clientes de alta renda).

O desembargador Cotrim Guimarães, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, autorizou o Credit Suisse –segundo maior banco da Suíça– a tomar conhecimento do conteúdo das investigações da Polícia Federal sobre seu escritório de “private banking” (voltada a clientes de alta renda).

No último dia 21, a PF fez operação de busca e apreensão na unidade do banco em São Paulo, onde apreenderam computadores e documentos para apurar suposto crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e envio ilegal de divisas ao exterior.

Ouvido após a operação se tornar pública, o Credit Suisse informou diversas vezes que cooperaria com as investigações, mas que não tinha conhecimento ainda do que os policiais buscavam com a ação.

‘As providências investigatórias somente devem ser acobertadas pelo sigilo em relação ao advogado, enquanto estiverem em curso, mas nunca depois de já concluídas e registradas nos autos, ocasião em que não poderá ser sonegado ao patrono o direito de vista dos autos, assim como tomar apontamentos, se entender necessário’, disse o desembargador ao liberar o acesso às investigações da PF.

À meia-noite, Peter Schaffner, gerente internacional para negócios no Brasil do banco deve ser libertado. Schaffner, 50, foi preso ao tentar embarcar para Zurique (Suíça) no Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) na semana passada. Outros seis gerentes do bancos tiveram seus passaportes apreendidos pela polícia e só poderão viajar ao exterior com autorização judicial.

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