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CNJ desenvolve modelo de processo virtual em busca de agilidade

CNJ desenvolve modelo de processo virtual em busca de agilidade

Um grupo der técnicos da área de informática do Poder Judiciário começou a trabalhar na elaboração de um modelo de processo virtual para o Conselho Nacional de Justiça. O programa será desenvolvido pelo CNJ em software livre e estará disponível para todos os tribunais, que poderão utilizá-lo sem custos. O grupo trabalhará com base em modelos já testados e aprovados em tribunais. O trabalho deve estar concluído em 30 dias.

Um grupo der técnicos da área de informática do Poder Judiciário começou a trabalhar na elaboração de um modelo de processo virtual para o Conselho Nacional de Justiça. O programa será desenvolvido pelo CNJ em software livre e estará disponível para todos os tribunais, que poderão utilizá-lo sem custos. O grupo trabalhará com base em modelos já testados e aprovados em tribunais. O trabalho deve estar concluído em 30 dias.

Entre as vantagens apresentadas pela virtualização dos processos, o secretário-geral do CNJ, juiz Sérgio Tejada, citou a maior agilidade, diminuição de custos e facilidade de acesso. “Ao automatizar procedimentos que hoje são manuais, consegue-se muito mais agilidade. As buscas são feitas com mais rapidez, os usuários têm acesso imediato e simultâneo ao processo em qualquer lugar”, diz Tejada. A diminuição dos custos não se resume à economia de papel: “há grande economia de pessoal, por exemplo”, cita o secretário.

Além disso, o processo virtual torna o CNJ mais acessível à população. Hoje, para dar entrada em um processo no Conselho, é preciso viajar a Brasília ou enviar o material pelo correio. Por meio da virtualização, será possível abrir o processo via internet, de qualquer ponto.

No caso do CNJ há ainda uma vantagem adicional: os conselheiros, que são 15 no total, não residem todos em Brasília, mas estão nas diversas regiões do País. Os integrantes da advocacia, por exemplo, os advogados Oscar Argollo e Paulo Lôbo residem, respectivamente, no Rio de Janeiro e em Alagoas. Com a virtualização, os julgadores terão acesso aos processos simultaneamente de qualquer lugar. As informações são do site do CNJ.

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