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PM desativa bomba achada em lixeira do Tribunal do Júri de Curitiba

PM desativa bomba achada em lixeira do Tribunal do Júri de Curitiba

Uma bomba caseira deixada dentro de uma lixeira no Tribunal do Júri, no Centro Cívico, em Curitiba (PR), foi desativada nesta segunda-feira pela PM (Polícia Militar). O artefato foi descoberto por um funcionário do tribunal, em um banheiro, durante o julgamento de um acusado de homicídio. A movimentação do COE (Comandos e Operações Especiais) da PM do Paraná levou à suspensão do julgamento, no início da tarde. Havia cerca de cem pessoas no local.

Uma bomba caseira deixada dentro de uma lixeira no Tribunal do Júri, no Centro Cívico, em Curitiba (PR), foi desativada nesta segunda-feira pela PM (Polícia Militar). O artefato foi descoberto por um funcionário do tribunal, em um banheiro, durante o julgamento de um acusado de homicídio. A movimentação do COE (Comandos e Operações Especiais) da PM do Paraná levou à suspensão do julgamento, no início da tarde. Havia cerca de cem pessoas no local.

O tenente Antônio Cláudio Cruz, comandante da equipe, disse que a bomba continha pólvora, mas só a perícia pode apontar a capacidade de destruição de um possível impacto. Segundo ele, o artefato foi montado na casca de uma granada, com massa de tiro (feita com pólvora retirada de rojões) e três pedaços de cano de plástico e metal.

“Havia ainda um relógio, o que mostra que poderia mesmo ser uma bomba acionada por bateria.” O canhão de água que foi usado para anular uma explosão, já no pátio do tribunal, mantém as características da bomba para análise da perícia. A data do resultado não foi informada.

O advogado de defesa do réu que era julgado é Dálio Zippin Filho. Ele também defende o advogado André Lanzoni Pereira, preso semana passada sob suspeita de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital).

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