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Projeto exige exame de qualificação para médicos

Projeto exige exame de qualificação para médicos

Tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa, projeto que estabelece um exame de proficiência para médicos e dentistas comprovarem nível de conhecimento indispensável para o exercício da profissão. Pelo projeto (PLS 102/06), de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), somente com a aprovação nesse exame os recém-formados em Medicina e Odontologia poderão obter o registro profissional junto aos respectivos conselhos regionais.

Tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), em decisão terminativa, projeto que estabelece um exame de proficiência para médicos e dentistas comprovarem nível de conhecimento indispensável para o exercício da profissão. Pelo projeto (PLS 102/06), de autoria da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), somente com a aprovação nesse exame os recém-formados em Medicina e Odontologia poderão obter o registro profissional junto aos respectivos conselhos regionais.

Segundo a autora do projeto, que tem como relator o senador Augusto Botelho (PDT-RR), nos últimos anos o Ministério da Educação autorizou a abertura de grande número de escolas de Medicina. Somente no governo passado, informou, a Associação Paulista de Medicina computou 42 novos cursos, sendo 11 em instituições públicas e 31 em instituições privadas. Desde o início do atual governo, 21 novos cursos de Medicina já foram autorizados, sendo três deles em instituições públicas e 18 em escolas privadas.

– Diante desse quadro, muito se tem discutido sobre a necessidade de se permitir o registro do médico nos conselhos regionais somente após a realização de exame de qualificação ou de proficiência para recém-formados, a exemplo do que já vem fazendo a Ordem dos Advogados do Brasil com os bacharéis de Direito – afirmou.

Serys Slhessarenko diz que tal avaliação não é o modelo ideal, pois o que deveria haver é uma formação acadêmica melhor para o médico e o dentista. Mas esse exame, observa Serys, não deixa de ser um instrumento “bastante confiável” para habilitar profissionais nas áreas de Medicina e Odontologia.

A senadora alega ainda que exame semelhante é aplicado nos Estados Unidos e no Canadá para médicos recém-formados.

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