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Senac terá de pagar IPTU de imóveis sem uso

Senac terá de pagar IPTU de imóveis sem uso

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) teve negado pela Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) recurso que pretendia a suspensão da cobrança dos valores relativos ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de dois imóveis sem uso localizados em Vitória, Espírito Santo.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) teve negado pela Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) recurso que pretendia a suspensão da cobrança dos valores relativos ao Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de dois imóveis sem uso localizados em Vitória, Espírito Santo.

Na primeira instância, o mandado de segurança foi negado e, depois, foi mantido pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJ-ES), para o qual os imóveis sem utilização não podem estar compreendidos entre os bens destinados às finalidades essenciais do Senac.

O Senac interpôs embargos declaratórios, que foram rejeitados. No STJ, a defesa alegou que foram contrariados os artigos 9º e 14 do Código Tributário Nacional, que não exige que a entidade de ensino esteja utilizando seus imóveis para ser imune à cobrança do IPTU incidente sobre eles.

O ministro João Otávio de Noronha entendeu que somente o patrimônio vinculado ao fim de instituição de ensino e assistência beneficia-se da imunidade, isso porque as atividades interessam diretamente ao Estado. Afirmou, também, que os imóveis pertencentes ao Senac não cumprem objetivo nenhum, porque simplesmente não são utilizados. Estavam fechados e sequer foram alugados.

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