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TJMG confirma júri popular para acusados do crime de RPG

TJMG confirma júri popular para acusados do crime de RPG

Os acusados da prática de crime nos moldes do jogo RPG, Edson Poloni Lobo de Aguiar, Maicon Fernandes Lopes, Cassiano Inácio Garcia e Camila Dolabella Silveira vão a Júri Popular. Os estudantes foram denunciados pela prática do crime de homicídio contra a vida de Aline Silveira Soares. A decisão é da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que negou recurso impetrado pelos acusados.

Os acusados da prática de crime nos moldes do jogo RPG, Edson Poloni Lobo de Aguiar, Maicon Fernandes Lopes, Cassiano Inácio Garcia e Camila Dolabella Silveira vão a Júri Popular. Os estudantes foram denunciados pela prática do crime de homicídio contra a vida de Aline Silveira Soares. A decisão é da Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que negou recurso impetrado pelos acusados.

A defesa de Edson Poloni, Maicon Fernandes e Cassiano Garcia alegou que a sentença de pronúncia é nula, porque não individualizou a participação dos acusados no homicídio de Aline Soares. Para a defesa, a denúncia apenas reproduz um “roteiro de um filme de terror”. Ainda, afirmou que os três jovens só foram acusados por terem hospedado a vítima.

A relatora do processo, desembargadora Márcia Milanez, considerou que a jurisprudência predominante tem aceitado a generalização em crimes de ações complexas. Segundo ela, as lacunas existentes quanto a condutas dos acusados pode ser dirimida diante do Júri.

Edson Poloni, Maicon Fernandes, Cassiano Garcia e Camila Silveira foram denunciados pela prática do crime de homicídio simples, com três qualificadoras: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Segundo o processo, em 2001, o corpo de Aline Soares foi encontrado no cemitério da Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia de Ouro Preto. Ela estava despida e postada de braços abertos e pés sobrepostos, apresentando 17 lesões, sendo a mais extensa com cerca de 10 cm, localizada no pescoço.

De acordo com o Ministério Público, os estudantes eram praticantes do jogo Role Playing Game (RPG) e seriam usuários de substâncias entorpecentes, sendo adeptos de seitas macabras. O crime aconteceu durante a chamada “Festa do Doze”, em Ouro Preto.

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