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Biscaia reforça tese de origem ilícita do dinheiro para dossiê

Biscaia reforça tese de origem ilícita do dinheiro para dossiê

CUIABÁ (Reuters) - O deputado petista Antonio Carlos Biscaia (RJ) (foto), presidente da CPI dos Sanguessugas, reforçou nesta segunda-feira a tese de origem irregular do cerca de 1,7 milhão de reais apreendido com pessoas ligadas ao PT na tentativa de compra de um dossiê contra tucanos.

CUIABÁ (Reuters) – O deputado petista Antonio Carlos Biscaia (RJ), presidente da CPI dos Sanguessugas, reforçou nesta segunda-feira a tese de origem irregular do cerca de 1,7 milhão de reais apreendido com pessoas ligadas ao PT na tentativa de compra de um dossiê contra tucanos.

Ele disse ainda que não há nada além do que já se conhece no dossiê.

“O que nós tínhamos recebido eram CDs, mostrando inaugurações. É só isso mesmo, o dossiê é o que está em poder da CPI”, disse o deputado, após ter se reunido com o juiz federal Jeferson Schneider, responsável pelos processos sobre o caso.

Sobre a origem dos recursos, Biscaia disse que os levantamentos feitos mostram que não houve no período “fatos lícitos de valores nesse montante”.

“Lógico que a origem é criminosa, não há mais dúvida”, disse o petista, antes da reunião com Schneider e depois de encontro com o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso, Daniel Lorenz de Azevedo.

Segundo o deputado, os recursos da operação foram levantados em “saques parcelados, em pequenas quantias”.

Biscaia afirmou, no entanto, que é prematuro e leviano afirmar que o dinheiro veio do jogo do bicho, como afirmaram alguns parlamentares.

O deputado espera que a CPI consiga quórum na terça-feira para aprovar os requerimentos pendentes, entre eles os que prevêem depoimentos do empresário Abel Pereira, acusado de ligação com a máfia das ambulâncias, e dos ex-ministros da Saúde Humberto Costa, Barjas Negri e José Serra.

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