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Aposentadoria somente após os 67 anos

Aposentadoria somente após os 67 anos

Nascida com o apoio de 90 entidades empresariais e de trabalhadores, inclusive duas centrais sindicais (Força Sindical e CGT), a proposta de um novo modelo para a Previdência Social, que prevê aposentadoria a partir dos 67 anos, será entregue, nos próximos dias, para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, governadores eleitos e representantes dos poderes Legislativo e Judiciário.

Nascida com o apoio de 90 entidades empresariais e de trabalhadores, inclusive duas centrais sindicais (Força Sindical e CGT), a proposta de um novo modelo para a Previdência Social, que prevê aposentadoria a partir dos 67 anos, será entregue, nos próximos dias, para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, governadores eleitos e representantes dos poderes Legislativo e Judiciário.

Válida apenas para quem ingressar no mercado de trabalho após sua promulgação, a nova Previdência unifica funcionários públicos e trabalhadores privados sob as mesmas regras e garante os direitos dos aposentados e trabalhadores ativos do sistema atual

“É mais fácil passar no Congresso uma reforma válida só para os novos trabalhadores, mas os resultados financeiros positivos demoram, aparecem no longo prazo”, reconhece o coordenador do grupo que produziu a proposta, Thomás Tosta de Sá, ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

“Apesar disso”, acrescenta, “a reforma tem reflexo positivo no risco país, reduz a taxa de juros, as despesas com juros da dívida despencam de 8% para 3% do PIB e recupera a capacidade de investimento do Governo, que pode saltar de menos de 1% para 5% do PIB”. O grupo que elaborou a proposta vai sugerir ajustes nas regras para os trabalhadores em atividade, mas deixará para o Governo Lula a decisão política de acolher ou não as sugestões.

Entre as 90 entidades que assinam a proposta, estão as Confederações da Indústria (CNI), do Comércio (CNC) e Agricultura (CNA), Bovespa, Febraban (bancos), Andima, Fiesp, Fenaseg (Seguros) e Associações Comerciais. “Reunimos o que há de mais representativo dos setores empresarial e de trabalhadores e todos vão brigar pela aprovação”, afirma o ex-presidente da CVM.

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