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Telemar aguarda decisão da Justiça

Telemar aguarda decisão da Justiça

A Telemar tem a expectativa de realizar ainda este ano a assembléia geral extraordinária (AGE) para votar a reestruturação societária da companhia mas, diante dos prazos da Justiça, as chances estão sendo reduzidas

A Telemar tem a expectativa de realizar ainda este ano a assembléia geral extraordinária (AGE) para votar a reestruturação societária da companhia mas, diante dos prazos da Justiça, as chances estão sendo reduzidas

A desembargadora Valéria Maron, da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro suspendeu a realização da AGE marcada para 27 de novembro e pediu esclarecimentos sobre a operação à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que encaminhou sua posição à Justiça na quinta-feira.

Na sexta-feira, a desembargadora encaminhou o parecer da CVM para vista das partes (a Telemar e os representantes de acionistas minoritários).

Ambos têm cinco dias para se posicionar após a publicação no Diário Oficial.

Advogados envolvidos na operação acreditam que Valéria Maron irá levar a decisão para o colegiado da 1ª Câmara Cívil do Tribunal de Justiça, composta por cinco desembargadores.

Há três reuniões do colegiado até o fim do ano.

A última em 18 de dezembro.

Fontes próximas à Telemar acreditam que há chances do julgamento se realizar até o dia 18.

A AGE seria marcada dez dias depois como determina a Justiça.

Fontes próximas aos minoritários consideram o prazo exíguo para atender todos os trâmites.

A desembargadora suspendeu a AGE de 27 de novembro após batalha judicial entre a operadora e minoritários que se opõem ao valor de troca fixado pela companhia, em que uma ação ON vale três vezes uma PN.

Antes de suspender a AGE, ela determinou que os detentores de ações ON da Telemar não poderiam votar com suas ações PN.

A decisão judicial impediria o voto do grupo de acionistas controladores da Telemar e todos os outros acionistas que detêm papéis ON.

A liminar concedida aos minoritários reduziu as chances da pulverização ter sucesso.

Três dias antes da terceira AGE, a Telemar solicitou que a liminar fosse revogada ou a CVM fosse ouvida.

A desembargadora suspendeu a assembléia e decidiu ouvir o órgão regulador.

Na quinta-feira, a CVM reiterou posição anterior favorável ao voto dos detentores de ações preferenciais mesmo que tenham ações ordinárias.

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