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Professores temporários acionam a Justiça para receber décimo-terceiro

Professores temporários acionam a Justiça para receber décimo-terceiro

Os cerca de 5,5 mil professores temporários da rede pública do Distrito Federal ainda não viram a cor do décimo-terceiro salário, que deveria ter sido pago no último dia 20. Nesta terça-feira, a Secretaria de Educação (SE), por meio de sua Divisão Financeira, alegou falhas técnicas no sistema informatizado da Companhia do Desenvolvimento do Planalto Central (Codeplan) para justificar o problema. E, por isso, prevê datas nada animadoras: a categoria deve receber o dinheiro só no ano que vem.

Os cerca de 5,5 mil professores temporários da rede pública do Distrito Federal ainda não viram a cor do décimo-terceiro salário, que deveria ter sido pago no último dia 20. Nesta terça-feira, a Secretaria de Educação (SE), por meio de sua Divisão Financeira, alegou falhas técnicas no sistema informatizado da Companhia do Desenvolvimento do Planalto Central (Codeplan) para justificar o problema. E, por isso, prevê datas nada animadoras: a categoria deve receber o dinheiro só no ano que vem.

Apesar de o problema na Codeplan ter sido resolvido, a SE, por meio de sua assessoria de imprensa, afirma que o salário agora depende de autorização da Secretaria da Fazenda para ser depositado. O órgão, no entanto, se isentou de qualquer responsabilidade sobre o problema e não quis se manifestar sobre o assunto.

Enquanto isso, a categoria se movimenta. Na sexta-feira passada, o Sindicato dos Professores (Sinpro) entrou com uma ação judicial no Tribunal de Justiça do DF (TJDF) pedindo pagamento imediato dos temporários. O diretor de comunicação do sindicato, Antônio Lisboa, disse que a classe aguarda o resultado da ação. “Sabemos que é difícil uma mobilização de todos os funcionários, mas vamos correr atrás dos nossos direitos, começando pela Justiça”, explicou Lisboa.

Para a professora temporária Ariusca Souza Barbosa, de 30 anos, a falta do décimo-terceiro limitou as comemorações natalinas. Ela explica que a redução inesperada do orçamento a impediu de pagar todas as contas e presentear os dois filhos. Desde o dia 20 de dezembro, ela disse que tenta, sem sucesso, contato telefônico com a SE. No banco onde possui conta, também não há sinal do dinheiro. “Trabalho há três anos como professora temporária da rede pública e isso nunca me aconteceu. Estou arrasada”, desabafa.

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