O presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Antônio de Pádua Lima Montenegro, fez um balanço positivo de sua viagem de dois dias a Brasília, DF. Um de seus compromissos na Capital da República foi a audiência que manteve com o corregedor nacional de Justiça, ministro Antônio de Pádua Ribeiro, com quem tratou da questão dos subsídios da magistratura paraibana. “Minha conversa com ele foi muito boa. Disse ao Ministro que ficasse tranqüilo com a Paraíba, pois não temos nenhum intuito de desobedecer ao Conselho Nacional de Justiça” — afirmou o desembargador-presidente.
O desembargador Antônio de Pádua Lima Montenegro, chefe do Poder Judiciário da Paraíba, explicou ainda que, pela conversa que manteve com o ministro Antônio de Pádua Ribeiro, na Capital federal, pôde entender que a Magistratura paraibana não pode ultrapassar o teto de R$ 22.115,00.
POSIÇÃO SIMPÁTICA
“Senti da parte do corregedor-geral do CNJ uma posição simpática para com nossa causa, vez que não estamos fazendo nada de irregular, de escandaloso. Estamos apenas tentando resolver legalmente, dentro da lei, essa situação que se criou, não por vontade nossa” — disse ainda o desembargador Antônio de Pádua Lima Montenegro, ao relatar para seus pares do Tribunal Pleno um relato dos resultados da viagem a Brasília.
Na reunião com o corregedor-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o presidente do Tribunal de Justiça apresentou as fichas financeiras para mostrar que na Paraíba não existe nenhuma irregularidade. “Passamos tudo a limpo”, disse o desembargador Antônio de Pádua, que participou ainda em Brasília de um encontro do Colégio dos Presidentes de Tribunais de Justiça do País.