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OAB-MG critica obra faraônica do TJ-MG e diz: ‘há outras prioridades’

OAB-MG critica obra faraônica do TJ-MG e diz: ‘há outras prioridades’

Belo Horizonte (MG) - O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Minas Gerais, Raimundo Cândido Júnior, criticou a intenção do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), de investir R$ 364 milhões em uma obra de grandes proporções para reunir todas as unidades instaladas na capital mineira em uma nova sede. Para Raimundo Cândido, há prioridades maiores para o Judiciário estadual, tais como a instalação de comarcas e varas nos municípios mineiros.

OAB-MG critica obra faraônica do TJ-MG e diz: “há outras prioridades”

Belo Horizonte (MG) – O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Minas Gerais, Raimundo Cândido Júnior, criticou a intenção do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), de investir R$ 364 milhões em uma obra de grandes proporções para reunir todas as unidades instaladas na capital mineira em uma nova sede. Para Raimundo Cândido, há prioridades maiores para o Judiciário estadual, tais como a instalação de comarcas e varas nos municípios mineiros.

“Faltam juízes no Estado (hoje existem cerca de 120) ao mesmo tempo em que a municipalização da Justiça é fundamental”, afirmou. Segundo o presidente da OAB mineira, dos 853 municípios mineiros, apenas 294 possuem comarcas. “O mínimo seriam 500 comarcas, mas o ideal seria termos pelo menos um juiz, promotores e defensores públicos em cada um dos municípios mineiros”, acrescentou Cândido Júnior. O edital de concorrência pública nacional para a contratação da empresa que executará as obras do TJ-MG foi publicado e a abertura das propostas acontece no dia 25 de maio.

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