Uma jovem de 24 anos está tendo de brigar na Justiça para levar para casa seu filho recém-nascido. Lidyane Moraes Lima deu á luz a um menino, na última terça-feira. Na sexta-feira, teve alta, mas não pode levar a criança para casa. “Chegaram à conclusão que eu não tinha condição de criar meu filho. Acharam que eu ia matar ele”, disse Lidyane.
A criança nasceu em um hospital da zona norte de São Paulo. Lidyane é de Tocantins e mora em São Paulo com duas amigas. Ela não sabe quem é o pai do seu filho. A jovem reconhece que teve problemas nos primeiros dias, como medo de pegar e derrubar o bebê e de amamentar, como qualquer mãe de primeira viagem.
O hospital, no entanto, divulgou nota afirmando que Lidyane rejeitava a gravidez e o filho e que a Vara da Infância e Juventude foi comunicada. De acordo com o hospital, a criança só poderia deixar o hospital com um representante da Justiça. Lidyane afirma que foi à Vara da Infância e Juventude e retornou ao hospital para avaliação psicológica. O bebê, no entanto, foi encaminhado para um abrigo. Lidyane registrou boletim de ocorrência na polícia. As informações são da TV Globo.