seu conteúdo no nosso portal

Ato público: Juízes condenam corrupção

Ato público: Juízes condenam corrupção

Um ato público contra a corrupção convocado pela Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) reuniu 250 pessoas no auditório da entidade ontem, em Porto Alegre. Ao final, os participantes aprovaram uma carta de repúdio a todas as formas de corrupção e impunidade e de compromisso com a apuração e punição de qualquer crime contra a administração pública em qualquer esfera de poder.

Um ato público contra a corrupção convocado pela Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) reuniu 250 pessoas no auditório da entidade ontem, em Porto Alegre. Ao final, os participantes aprovaram uma carta de repúdio a todas as formas de corrupção e impunidade e de compromisso com a apuração e punição de qualquer crime contra a administração pública em qualquer esfera de poder.

O texto pede que todos os órgãos envolvidos com as investigações em andamento no país tenham coragem, prudência e seriedade na condução de seus trabalhos e rapidez no julgamento para possibilitar a punição efetiva e exemplar dos culpados ao final dos processos.

A carta também manifesta apoio a todas as ações que objetivem conferir maior celeridade na investigação, processo, julgamento e punição de crimes que envolvam lesão ao erário e ao interesse público. Ao final, destaca que a liberdade de imprensa deve ser exercida na sua plenitude e reconhecida como um valor indispensável ao estado democrático de direito.

O documento é assinado pela própria Ajuris e mais nove entidades, entre as quais associações de magistrados e do Ministério Público, OAB/RS, Associação Rio-Grandense de Imprensa e Associação Nacional dos Jornais. Entre os participantes do ato estiveram políticos do Rio Grande do Sul.

Timidez

O deputado federal Francisco Praciano (PT-AM) criticou a postura “tímida” de seu partido no combate à corrupção. Em entrevista em meio ao ato público, o parlamentar lamentou que ele e o deputado federal Paulo Santiago (PE) tenham sido os únicos petistas que assinaram o requerimento para a CPI da Navalha. Para o deputado federal, o PT conseguiu ganhar apoio da sociedade justamente por ter defendido a ética e a moralidade na administração pública, mas entrou numa “área cinzenta” no escândalo do mensalão e precisa sair dela com posturas mais claras a favor de suas bandeiras originais. “Há uma ansiedade por isso dentro do partido”, disse. “O congresso do PT, em setembro, deve colocar o tema como pauta prioritária”, sugeriu.

Compartihe

OUTRAS NOTÍCIAS

Sócio retirante desligado antes do Código Civil de 2002 não se submete ao prazo de dois anos
TJMT mantém multa aplicada a posto por falta de informação sobre preços
Borracheiro receberá adicional de insalubridade por estresse térmico