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Líbia confirma pena de morte a enfermeiras da Bulgária

Líbia confirma pena de morte a enfermeiras da Bulgária

Cinco enfermeiras e um médico palestinos foram condenados. Todos são condenados acusados de contaminar crianças com vírus da Aids. A Suprema Corte da Líbia confirmou nesta quarta-feira (11) a pena de morte para cinco enfermeiras búlgaras e um médico palestino condenados nesse país por contaminar crianças com o vírus da Aids.

Cinco enfermeiras e um médico palestinos foram condenados.

Todos são condenados acusados de contaminar crianças com vírus da Aids.

A Suprema Corte da Líbia confirmou nesta quarta-feira (11) a pena de morte para cinco enfermeiras búlgaras e um médico palestino condenados nesse país por contaminar crianças com o vírus da Aids.

Os acusados não estavam na corte no momento do veredicto, que foi pronunciado no dia seguinte ao anúncio de um suposto acordo financeiro com as famílias das crianças líbias contaminadas.

O promotor havia pedido no dia 20 de junho que fosse confirmada a pena de morte para os seis acusados de terem inoculado o vírus da Aids em 438 crianças de Benghazi, segunda maior cidade da Líbia. Cinqüenta e seis crianças morreram.

As cinco enfermeiras e o médico estão presos desde fevereiro de 1999 e foram sentenciados pela primeira vez à pena de morte em 2004.

‘Final feliz’

O primeiro-ministro português José Socrates, cujo país exerce a presidência da União Européia, manifestou nesta quarta-feira sua “tristeza” pela decisão da Justiça líbia de confirmar a pena de morte.

“Estou muito triste após ter tomado conhecimento das notícias sobre as enfermeiras búlgaras”, disse Socrates na sede do Parlamento Europeu em Estrasburgo (leste da França).

“Estamos trabalhando nisto. Esperamos que haja um final feliz”, acrescentou o primeiro-ministro português.

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