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STJ nega pedido a acusado de chefiar máfia dos caça-níqueis

STJ nega pedido a acusado de chefiar máfia dos caça-níqueis

O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Paulo Gallotti negou pedido de habeas corpus ao contraventor Fernando de Miranda Iggnácio, apontado pelo Ministério Público como um dos chefes da máfia dos caça-níqueis.

O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Paulo Gallotti negou pedido de habeas corpus ao contraventor Fernando de Miranda Iggnácio, apontado pelo Ministério Público como um dos chefes da máfia dos caça-níqueis.

Iggnácio pedia para retornar ao sistema prisional do Rio de Janeiro, já que está preso desde 24 de maio, em RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), no presídio federal de Campo Grande (MS).

No último dia 11, foi divulgada decisão também de Gallotti no mesmo sentido com relação a Rogério Andrade, que chefiaria outra quadrilha ligada a caça-níqueis.

Andrade e Iggnácio respondem à ação na Justiça Federal fluminense por crimes de formação de quadrilha, descaminho e contrabando. Ambos são, respectivamente, sobrinho e genro do falecido contraventor Castor de Andrade.

Junto à Justiça estadual, Iggnácio foi denunciado por quatro homicídios triplamente qualificados e duas tentativas de homicídio triplamente qualificado, supostamente, frutos da disputa travada com Andrade pela hegemonia no negócio ilícito.

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