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Operação já prendeu 26, entre líderes e policiais

Operação já prendeu 26, entre líderes e policiais

Dos 33 mandados de prisão que estão sendo cumpridos hoje pelas Polícias Civil e Militar, 26 já foram concluídos. O balanço parcial foi divulgado esta manhã pelo delegado do Grupo de Operações Especiais (GOE), Antônio Moraes.

Dos 33 mandados de prisão que estão sendo cumpridos hoje pelas Polícias Civil e Militar, 26 já foram concluídos. O balanço parcial foi divulgado esta manhã pelo delegado do Grupo de Operações Especiais (GOE), Antônio Moraes. Segundo ele, a operação foi batizada de Highlander por este ser o nome do grupo que estaria sendo desarticulado e que seria responsável por crimes de pistolagem, fraudes ao INSS, corrupção policial, extermínio e ainda desmanche de veículos.

Entre os detidos estão o líder do grupo, Nivaldo Avelino, o Branco, preso em Jaboatão dos Guararapes; o braço direito dele, José dos Santos, o Neto, detido na cidade de Limoeiro; e ainda sete dos oito policiais militares suspeitos de participação nos crimes. Seis mulheres também estão sendo procuradas pela polícia.

“Era um grupo muito articulado e com atuação em diversos crimes. A quadrilha tinha como base a cidade de Jaboatão, principalmente nas comunidade de Vila Rica e Santo Aleixo, mas com ramificações até no interior do estado. Após as prisões, uma força tarefa do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa vai investigar todos os assassinatos cometidos pela gang, que está sendo desarticulada”, acrescentou Barros.

O balanço final da operação deve ser apresentado até o final da tarde de hoje. Os trabalhos envolvem 241 homens das Polícias Civil e Militar, que cumprem 33 mandados de prisão e outros 33 de busca e apreensão expedidos pela 8a Vara Criminal do Recife, na Região Metropolitana do Recife e em algumas cidades do interior de Pernambuco. Entre as cidades-alvo da ação iniciada esta madrugada estão Recife, Jaboatão, Moreno, São Lourenço da Mata, Ipojuca, Lagoa do Carro e Limoeiro.

De acordo com o assessor de comunicação da Secretaria de Defesa Social, Joaquim Neto, as investigações, realizadas pelo serviço de inteligência da Polícia Civil, tiveram início a partir de um seqüestro realizado em janeiro deste ano, quando três dos suspeitos passaram a ser monitorados.

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